segunda-feira, 21 de abril de 2014

NÃO RETENHAS O MEU DÍZIMO

        Graça e paz!

        Gostaria de convidá-los à leitura de Malaquias 3.10-12:

        10. Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida. 11. Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos. 12. Todas as nações vos chamarão felizes, porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos.

        Queridos irmãos em Cristo, é com alegria que venho aqui a frente, nesta oportunidade, dividir com a igreja uma experiência que tive com Deus na noite do dia 05 de setembro de 2010.

        Como os irmãos já podem deduzir facilmente, com base no texto que separei, é algo relacionado ao dízimo.

        Eu já dizimei em outra ocasião, mas infelizmente descuidei e acabei negligenciando esta área da minha vida. No momento, eu tenho contribuído, sem compromisso, com uma quantia variável e não proporcional aos dez por cento do meu salário.

        Entretanto, já há alguns meses, Deus tem despertado o meu coração para ser obediente a esta palavra de Malaquias. Vejam que Deus usa o verbo no imperativo afirmativo: “Trazei todos os dízimos”. Portanto, é uma ordem. E eu pensava comigo: “eu preciso voltar a ser fiel a esta palavra”.

        Porém, como todos sabem, não é tão simples dar o dízimo. E isto porque a mente humana tem dificuldade em entender o mistério que há por traz desta ação. A mente espiritual, entretanto, compreende. Esta situação produz uma guerra: de um lado, a mente espiritual inclina-nos para dizimar, pois acredita no mistério que envolve esta ação; de outro, a mente terrena não consegue vislumbrar a provisão de Deus e acha que, se dermos o dízimo, não iremos conseguir arcar com as nossas responsabilidades financeiras.

        Diante deste fato, eu comecei a pedir a Deus que me convencesse, me inclinasse para dizimar. E, enquanto Deus não me inclinava suficientemente, resolvi elaborar a seguinte estratégia: eu contribuiria inicialmente com uma pequena quantia e depois iria aumentando o valor, mês após mês, até atingir os dez por cento do meu salário. Continuei orando a Deus e pedindo a sua intervenção.

        Mas graças a Deus que, “assim como os céus são mais altos do que a terra, os caminhos de Deus são mais altos do que os nossos caminhos e os pensamentos de Deus, mais altos do que os nossos pensamentos” (Is 55.9). Deus queria uma atitude mais enérgica de minha parte.

        No dia cinco deste mês (setembro de 2010). À noite. Eu já havia me deitado para dormir. Rolei na cama de um lado para o outro. E finalmente resolvi buscar ao Senhor. Todos já haviam se deitado e a nossa casa dormia tranquilamente...

        Orei sobre vários assuntos, inclusive sobre a questão do dízimo. Depois de um certo tempo de oração, pedi ao Senhor que falasse comigo. E Deus falou-me profundamente! Disse-me que eu não retivesse o dízimo. Lembrou-me do período em que eu fazia faculdade de Letras, o qual se estendeu de 2002 a 2005. Durante aqueles quatro anos, Deus me manteve contratado na Prefeitura de Paty do Alferes. Com o salário que recebia, eu custeava as minhas despesas pessoais, pagava a faculdade e ainda dizimava. E Deus me disse: “Eu supri as suas necessidades e nada lhe faltou”.

        Estou contando esta experiência porque Deus me autorizou e porque acredito que a mesma pode ajudá-lo a vencer a mente terrena e a colocar a vontade do Senhor em primeiro plano.

        Não sei como Deus tem falado ao seu coração. Creio que Ele quer agir poderosamente em nossa vida. Não apenas no que diz respeito ao dízimo, mas no que diz respeito a todas as áreas do nosso ser. E, por isso, requer de nós uma atitude mais enérgica e ousada.

        Aqui está o meu dízimo em obediência a palavra que Deus me deu. E que ele supra todas as minhas necessidades!

        Que o Senhor o fortaleça

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