- Os seus filhos o procurarão, e você terá que ser luz, orientando-os segundo a verdade;
- Seus vizinhos, parentes... irão pedir que você ore por eles, e você terá a oportunidade de ser luz, usando a sua fé e uma confissão positiva.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
LUZ DO MUNDO
terça-feira, 7 de setembro de 2010
BENÇÃOS ESPIRITUAIS
domingo, 1 de agosto de 2010
UM ENCONTRO REAL COM CRISTO
quinta-feira, 27 de maio de 2010
ESPELHO DE SI MESMO
Espelho do intelecto
Ponto de reflexão
Minha imagem se resvala
Contemplo-a atento
“Espelho de Alcibíades”
Olhos do sentimento
Objeto da própria razão
Auto-análise minuciosa
Psiquismo da própria alma
Que se mede
Se pesa
Se examina
Se concentra
Se ensimesma
E ensimesmando
Se entende...
Se confunde
Se retrata
Se ora sabe tudo o que sabe
Ora sabe “que nada sei”
“Ser ou não ser
eis a questão”
Questionamento
Que sempre insiste
Quanto mais sabe
Mais se apequena
Sabe, contudo,
“O saber de si mesmo”
“Sabe que pensa
Se pensa existe”
Se existe se ama,
Se encanta
Se entrega tremendo
Sorrindo e querendo
O amor de quem ama
A INVERSÃO DE INTERLOCUTOR NO EXERCÍCIO DA PREGAÇÃO
quinta-feira, 13 de maio de 2010
O CAMINHO DOS RETOS
quinta-feira, 29 de abril de 2010
JUSTIFICAÇÃO DA PRÁTICA DA MENTIRA PELO CONCEITO DE DIPLOMACIA
DEUS CONHECE AS NOSSAS NECESSIDADES
quarta-feira, 21 de abril de 2010
CONVERSA DE IDOSO
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A NECESSIDADE HUMANA DE BUSCAR SABEDORIA NO CRIADOR, A ÚNICA FONTE DE VIDA QUE POSSUÍMOS
- Leitura do Texto Base
- Invocação ao Senhor
- Delimitação do Tema
- Contexto do Versículo 12
- A figura da Relação entre o Sol e a Terra
- Transitoriedade do Homem
- O Sábio Salomão
- A Sabedoria Deste Século
- Pv 2.1-6
- Ef 3.14-20
domingo, 4 de abril de 2010
TESTANDO UM NETBOOK
Neste momento, estou diante do meu netbook (comprei-o ontem) e penso em escrever alguma coisa. Quero testá-lo! Engraçado: nada vem à mente... Exceto essa idéia estranha de escrever sobre o que estou escrevendo, o fato de não haver nenhuma idéia brilhante.
Mas, pensando bem, este poderá ser um bom ponto de partida. É em um terreno baldio que, através do trabalho dos construtores, se estabelece uma grande construção.
A produção textual pode também ser comparada à arte de tecer, ao trabalho da pessoa que vai tricotando até produzir uma bela blusa.
Todavia, posso afirmar que já atingi o meu objetivo, que era apenas escrever algo. Não tenho do que reclamar, caso resolva parar por aqui. No entanto, não nego que uma vontade palpitante, de dar uma razão significava a este texto, constrange-me a continuar explorando a “inspiração” (ou talvez deva dizer: a falta de inspiração) que o deu à luz. Eis que, enquanto prossigo, embrenho-me em um metatexto, um metapensamento, como se pode ver claramente.
Lembro-me que, quando eu era adolescente, tinha uma certa dificuldade em redigir textos: preocupava-me muito em criar um bom início. Acabava não escrevendo nada.
Certa vez, imaginei que este era o grande entrave. Resolvi, então, reverter a minha preocupação, de forma que, daquele dia em diante, o estilo estivesse em segundo plano, isto é, logo após a apreensão das idéias. Em outras palavras, eu deveria acima de tudo “jogar” as idéias no papel, sem grandes preocupações estilísticas.
Para isto, busquei confortar-me com o fato de que eu poderia (e deveria fazê-lo) reescrever o texto, modificar o que não ficasse legal. A partir desse dia, confesso, comecei a ter maior facilidade para redigir. E descobri uma coisa, quando as idéias vêm, mesmo que comece do nada, o estilo as acompanha. Mas nem sempre o contrário acontece.
terça-feira, 9 de março de 2010
O MEDO E O DESEJO
TEMA: MEDO E DESEJO __ SEMELHANÇAS E DISTINÇÕES
TEXTO: “Aquilo que teme o perverso, isso lhe sobrevém, mas o anelo dos justos, Deus o cumpre”. Pv. 10.24
INTRODUÇÃO
“Saúdo os irmãos e irmãs em Cristo, eleitos no Senhor, com a graça e a paz de nosso Deus __ certamente, não poderíamos viver sem a bondade e provisão dele.
Convido os abençoados do Senhor a abrirem as suas bíblias no capítulo 10, versículo 24, do livro do Rei Salomão intitulado Provérbios. Assim escreveu o sábio: Aquilo que teme o perverso, isso lhe sobrevém, mas o anelo dos justos, Deus o cumpre.
Invocação ao Senhor:
Oremos ao Senhor:
SENHOR DOS Exércitos, a presente mensagem não teria valor algum se não tivesse a unção do teu Espírito e não se baseasse na tua palavra. TU mesmo disseste que 'velas para que a tua palavra se cumpra'. Onde está a tua palavra, ali está o teu Espírito e, portanto, a tua provisão.
Por esse motivo, ou seja, por não ser ação do homem a obra que se opera através da tua palavra, submeto-me ao teu poder, para que não seja eu a falar, mas a tua própria voz através de mim. Que ao usares o teu servo, conforme a tua vontade, os corações aqui presentes possam ser fortalecidos “na força do teu poder”! Que haja crescimento espiritual! E que cada um de nós possa, por meio dessa mensagem, adquirir conhecimento e sabedoria para que sejamos melhores naquilo que constitui o teu querer. Que todos digam AMEM!
Delimitação do tema:
Queridos do senhor, nesta bendita oportunidade, estarei, nos próximos minutos, discorrendo sobre o seguinte tema: Medo e Desejo; semelhanças e distinções. Quando Salomão fala ‘aquilo que teme’, está falando do medo; e quando fala ‘anelo’, se refere ao desejo, visto que esse é o significado desta palavra. Devo ressaltar de antemão que, ao pôr em evidência tais semelhanças e tais diferenças, estarei simultaneamente conduzindo-os a uma firme convicção de que, ‘em Cristo, nós somos mais que vencedores’.
DESENVOLVIMENTO
I __ O PODER DA MENTE. A primeira informação que, de imediato, atinge o nosso intelecto, quando lemos esse versículo, é a capacidade de a mente atrair os acontecimentos, sejam estes bons ou maus. Como você pode deduzir, não existia ainda a ciência Psicologia, mas o sábio já estava preconizando a lei do otimismo de do pessimismo. O que é a fé, senão o exercício otimista da nossa mente em relação a alguma expectativa ou acontecimento escatológico? Está claro a qualquer leitor das Escrituras que Deus não aprova o medo. Segundo os estudiosos, a expressão NÃO TEMAS aparece na Bíblia trezentas e sessenta e cinco vezes. Uma vez para cada dia do ano.
II __ O MEDO E O DESEJO EM UMA MESMA ESCALA. Há um fato curioso nesta afirmação do sábio que não podemos ignorar. Refiro-me a oposição entre o fenômeno do medo e do desejo. É comum, em nossos cultura, as pessoas associarem ao medo, como sendo o seu contrário, a coragem; e não o desejo. Quando refletia sobre esse tema, enquanto formulava as conclusões que ora apresento, tive a curiosidade de perguntar a algumas pessoas se havia alguma semelhança entre esses fenômenos. Todas elas disseram-me que eles não possuíam nada em comum. Mas Salomão, curiosamente, os coloca em oposição. Em parte, posso dizer que foi essa percepção que me motivou a refletir sobre esse tema.
III __ SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE O MEDO E O DESEJO. No começo deste sermão, propus-me a estabelecer as semelhanças e diferenças entre esses fenômenos. Ao passo que eu for desenrolando essa tarefa, estarei também definindo-os. O medo e o desejo podem ter várias definições, dependendo do contexto, o qual pode levá-los a ter características diferentes.
1) Semelhanças: tanto o medo quanto o desejo se encaixam na definição de “expectativa em relação a algum acontecimento”. Vejamos um exemplo em que a expectativa originária do medo estimula um homem a buscar a intervenção de Deus: (2 Reis 19. 14-19). Há, no entanto, sensações que distinguem a expectativa produzida pelo medo daquela que flui da ação de desejar.
2) Diferenças: sabemos que o desejo cativa; já o medo expele. Quando desejamos algo, reconhecemos que a expectativa que flui desse fenômeno é positiva, pois é o ponto de partida para a realização do objeto desse desejo. Para atingir algum objetivo, primeiramente precisamos desejar a sua realização. Só então podemos dar os passos seguintes. Portanto, o desejo, devido ao seu caráter positivo, associa-se às expectativas saldáveis __ àquelas que ao sujeito é conveniente a sua realização. Já o medo, em função do seu caráter negativo, descreve a expectativa na realização de algo indesejável (por exemplo, alguém que, morando em casa alheia com sua família, recebe o comunicado de que deverá abandoná-la dentro do prazo de três meses. Digamos que essa pessoa não tenha para onde ir. Ela permanecerá na casa, enquanto o prazo não for esgotado, porém sofrerá a terrível, indesejável, expectativa [ou seja, o medo] de que aquele dia pré-estabelecido chegará, e ela, abandonando a casa, terá que ir para a rua.) Concluímos que a ação de esperar algo favorável é o desejo e a ação de esperar algo desfavorável, o medo.
IV __ AS MENSAGENS QUE ESTÃO INPLÍCITAS NA AÇÃO DE TEMER. A pergunta que surge nessa altura da nossa reflexão é a seguinte: o que acontece quando o cristão teme? Ou melhor, quais são as vozes que fluem da ação de temer? Não podemos ou não devemos responder a essas perguntas, sem primeiro respondermos a outra que surge de permeio:
1) Por que o cristão deve fugir do medo? Em Romanos 9.28, há uma afirmação do apóstolo Paulo que pode nos ajudar a responder a essa pergunta. Assim ele afirma: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. Esta afirmação deixa claro que tudo coopera para o nosso bem, visto que amamos a Deus. A expressão ‘todas as coisas’ não exclui nada. Até os acontecimentos terríveis, assustadores, que nos assolam contribuem para o nosso bem. É nesses momentos que a nossa comunhão com Deus se intensifica e nós percebemos que é o próprio Deus quem nos conduz em triunfo. Lembremo-nos do que afirmou o rei Davi, no Salmo 23.4: Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo. Logo, a crença na naquilo que diz a palavra de Deus exclui a necessidade de ter medo.
2) Resposta à pergunta anteriormente formulada: agora podemos responder à pergunta que formulamos anteriormente: quais são as vozes que fluem da ação de temer? Quando alguém teme, é como se esta pessoa estivesse, na verdade, dizendo: “eu não creio que tudo coopera para o meu bem”; ou então: “eu não creio que sou guardado por Deus, por isso tenho medo; eu não creio que Deus me livrará, quando estiver em situações difíceis”. Tais afirmações não podem fazer outra coisa, senão desagradar a Deus, pois ao fazê-las, estamos, na verdade, duvidando de Deus e de seu caráter.
V __ MAS..., O QUE DIZER DO MAIOR HOMEM (JESUS) DE TODO OS TEMPOS? ELE TAMBÉM TEVE MEDO. Ousei afirmar que o cristão não deve temer, pois temer é sinônimo de esperar algo desfavorável, o que desagrada a Deus, posto que ele comprometeu-se em suprir todas as nossas necessidades e livrar-nos de todo o mal. Assim, se confiamos nele, não devemos temer. As Escrituras, no entanto, revela-nos algo para o qual não podemos fechar os olhos: O maior homem de todos os tempos, Jesus, temeu. Marcos, no livro que leva o seu nome, registra essa passagem. Vejamos como tudo ocorreu: (Marcos 14.32-40). (obs.: lido o trecho, voltar aos versículos 33 e 34, onde está escrito “... começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia”; comentar também a expressão “o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”, versículo 38.).
Nesta altura da nossa reflexão, pergunta o abençoado (a), certamente: esta constatação não invalida as afirmações anteriores? De maneira nenhuma, o fato de grandes homens terem sentido medo não implica, necessariamente, que o medo não tenha uma representação negativa diante do Senhor. Prova, no entanto, que enquanto habitarmos em um corpo físico, sujeito a fraquezas, o medo sempre tentará tomar ocasião na nossa carne. Conforme disse Jesus, “o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. Os mesmos grandes homens que tiveram medo, por exemplo, Elias, Ezequias, Moisés e outros, lutaram contra esse sentimento, pois sabiam que a permanência no medo desagrada o Senhor.
CONCLUSÃO
VI __ SE O MAIOR HOMEM DE TODOS OS TEMPOS TEMEU, O QUE DEUS ESPERA DE NÓS, ESTÃO? Sem dúvida, Deus nos conhece profundamente. Sabe qual é o potencial do nosso espírito, que é um com ele; conhece, também, a fraqueza da nossa carne. Ele sabe que mais cedo ou mais tarde o medo, oriundo de alguma situação inusitada, poderá atingir a nossa estrutura humana. Há um ditado que diz que, às vezes, não se pode evitar que um pássaro voe sobre a nossa cabeça; todavia, podemos evitar que ele faça ali ninho. Se não podemos em alguns momentos evitar que o medo venha, podemos, no entanto, confessando as promessas proferidas pelo nosso Senhor, evitar que ele nos domine. Além disso, a fé capacita-nos a vencer as fraquezas da carne. Vejamos que declaração maravilhosa o apóstolo Paulo faz a respeito dos heróis da fé: “E que mais direi? Certamente, me faltará o tempo necessário para referir o que há a respeito de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas, os quais, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros” (Hebreus. 11.32-34).
quinta-feira, 4 de março de 2010
A ESCRITA E O PENSAMENTO
Deus, faço das minhas mãos a minha boca, enquanto digito estas palavras. E na crença de que o SENHOR me dá ouvido, exercito o meu intelecto.
Preciso refletir, Pai. Tenho andado ocupado... Outras coisas tentam roubar-me o meu tempo. Não quero desativa a minha sensibilidade espiritual. A tua presença, eu bem sei, é insubstituível.
Creio que escrever disciplina o pensamento. Permite que se gaste mais tempo na observação de determinado assunto. Quando apenas pensamos, as idéias se atropelam, se confundem; “voam” muitas vezes e, geralmente, caem no esquecimento... Quando escrevemos, temos a preocupação de selecionar o que realmente é significativo. E o que não é... entregamo-lo ao vento.
Claro que deve-se ter muita cautela ao decidir entregar algo ao vento. Isto digo porque o vento é inflexível: o que vier ele “topa“, despedaça. Que garantia tem uma pessoa de que conseguirá reaver o que o vento levou? Nenhuma!
Ocorre-me agora que existem várias maneiras de escrever. Não pretendo discorrer sobre tal diversidade. E sim apenas lembrar que ela existe. Mas... para que faço isto? Apenas para pôr em destaque o caráter especial da ação de escrever, tal como é concebida neste texto: escrever, neste caso, significa pensar através do texto. Enquanto escrevo, penso -- enquanto penso, escrevo.
É bom ter consciência de tais coisas. Melhor do que isto, é fazer desta prática um exercício diário. Por isso, eu te peço humildemente, Pai: ensina-me a disciplinar o meu tempo. E a desenvolver o dom de pensar, digo: o pensar profundo, aquele que vai além da aparecia, mergulhando nas entrelinhas. E que, “na cola” dos meus pensamentos, estejam os meus dedos, ágeis e atentos, prontos para a nobre arte! Esteja comigo, SENHOR, nos desafios deste ano, 2010. Faça-me próspero. Que eu saiba ouvi-lo, entendê-lo! E a tua vontade prevaleça em mim! Amém!
domingo, 28 de fevereiro de 2010
A LÓGICA DA ILIMITAÇÃO DIVINA
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
A ARTE DA ESCRITA E A FORMAÇÃO DE OPINIÃO
Entre tantos sentidos, escrever significa formar opinião.
Tomemos estas duas palavras, “formar opinião”, como ponto de partida. Creio que elas contêm a razão principal de muitas pessoas terem dificuldades em redigir um texto. Formar opinião não exige apenas conhecimento, requer, acima de tudo, uma formação cultural definida. Lembremos que os valores e os dogmas religiosos são determinantes na formação do caráter de cada pessoa.
Um exemplo bem prático é o tema “aborto”. O que escrever, numa redação de vestibular ou concurso, sobre este tema? Esta é a grande pergunta que experimenta uma pessoa em tal situação. A dificuldade, normalmente, não advém da falta de informação, mas sim da necessidade de defender um ponto de vista. Um ponto de vista que se baseie em fortes argumentos, que seja capaz de convencer o leitor.
Se na base da formação do caráter prevalecem, estando ali arraigados, os conceitos bíblico-cristãos, provavelmente o ponto de vista de quem escreve será contrário ao aborto. Será, no entanto, favorável, se o indivíduo for oriundo de uma família não-conservadora.
O grande problema é que nem sempre é possível se identificar precisamente com um destes conceitos, digo o conceito de ser ou não ser conservador.
Há fortes argumentos que dão base à condenação do aborto. Há, por outro lado, argumentos igualmente fortes reunidos pelos que o defendem. Ambas as linhas de raciocínio são difundidas pela mídia. E, nesse contexto, as famílias e as comunidades ora se posicionam favoráveis ora contrárias. É, como se pode ver facilmente, difícil para alguém que cresce nesse ambiente formar uma opinião irrefutável. Se isto ocorresse, o tema em questão não seria polêmico.
A escrita pode e deve, na medida do possível, ser direcionada segundo as intenções do sujeito. Todavia, nem sempre isto é possível. É comum o escritor não saber aonde vai chegar quando inicia um determinado texto. Por isso, nem sempre é recomendado que se espere que a inspiração chegue. Isto pode não acontecer e, consequentemente, a obra não surgir. É quando colocamos a mão na massa, que as coisas começam a acontecer.
Quem não consegue perceber claramente os conceitos básicos que definem o seu caráter, ou seja, de que lado do muro se encontra, tem, em geral, dificuldade de formar opinião e, consequentemente, de escrever. Eis a importância do pensamento reflexivo. Ele nos faz encontrar a nós mesmos e nos conecta ao sobrenatural.
Que a força do nosso Deus ilumine o nosso espírito e nos capacite para (sem perder a capacidade de ouvir e respeitar a opinião alheia) termos um posicionamento racional e definido diante deste mundo, onde a confusão impera!
