domingo, 30 de março de 2014

A IGREJA E OS PECADOS DO SÉCULO XXI

INTRODUÇÃO:

        Graça e paz!

        Quero primeiramente, nesta bendita oportunidade, agradecer ao Senhor por estar aqui com vocês, pois tenho aprendido muito acerca do Evangelho. Aproveito também para invocar o nome do Senhor, pois, como disse Salomão no salmo 127, “1. Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”. E, em João 15.5, Jesus disse “sem mim nada podeis fazer”:

        Senhor, que a tua presença seja incontestavelmente percebida nesta noite! Que haja crescimento espiritual! Que esta mensagem vá ao encontro da tua vontade para conosco! E que, ao sairmos daqui, estejamos mais aptos para fazer a tua vontade.

        O tema que estaremos desenvolvendo foi preestabelecido na reunião anterior e é o seguinte: A igreja e os pecados do século XXI.

DESENVOLVIMENTO:

        O primeiro desafio que encontramos, neste início desta nossa argumentação, é a definição do é o pecado. A esse respeito eu gostaria de ouvir os irmãos: Como vocês definem o pecado?

        [...]

        Como pudemos ver através das definições expostas, existem vários sentidos para a palavra pecado. Creio que o sentido mais forte é aquele que o define como sendo uma força, uma inclinação da nossa carne que nos induz a querermos fazer tudo aquilo (ou apenas algumas coisas específicas) que é contrário aos ensinamentos e à vontade de Deus.

        Pretendo trabalhar principalmente com este sentido, enquanto estiver desenvolvendo o tema.

        Vamos ver o que Paulo fala sobre o pecado em Romanos 7: “14. Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. 15. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. 16. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. 17. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. 18. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. 19. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. 20. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. 21. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. 22. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; 23. mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros.

        Vemos aqui Paulo apresentando o pecado como uma força que nos induz a fazermos coisas contrárias a vontade de Deus.

        Lembro-me daquela ilustração sobre alguns pastores que subiram num monte para orar, os quais em certo momento da oração decidiram contar uns aos outros os seus pecados. Após todos contarem, chegou o momento do último contar. Todos ficaram perplexos ao ouvi-lo, pois afirmara que o seu pecado era a fofoca e que, naquele momento mesmo, já estava enfrentando uma luta terrível, tal era a vontade que estava sentido de descer e contar os pecados deles para todo mundo.

        Segundo esta ilustração, cada pastor tinha um tipo específico de inclinação para o mal, o que nos revela um fato interessante: a luta que você enfrenta contra o pecado não é a mesma que eu enfrento e vice versa. E isto provavelmente pela seguinte razão, entre outras, fomos criados de maneiras diferentes. A educação que você recebeu de seus familiares (e da sua comunidade) não é a mesma que eu recebi dos meus. Além disso, estamos inseridos em contextos diferentes.

Os pecados do século XXI

        Alguns definem pecado de uma forma muito simples (mas nem por isso ineficiente), afirmando que o pecado é desobediência. Logo, a nossa compreensão do pecado passa pelo conhecimento da vontade de Deus. Ou seja, se eu faço algo contrário à vontade de Deus, estou sendo desobediente a ele e, por isso, pecando.

        Mas, buscando direcionar a nossa reflexão para o tema preestabelecido, proponho o seguinte questionamento: Qual é o pecado característico deste século? São vários, mas eu gostaria que você citasse apenas um.

        [...]

        A seguir, vamos comentar sobre alguns pecados característicos da época em que vivemos:

  • As “piadas” familiares que exploram o humor

        O primeiro pecado que merece a nossa reflexão são as “piadas” familiares. Observe que o uso das aspas na palavra piada tem a intenção de ampliar o seu sentido, de forma a incluir neste grupo aquelas proposições que exploram o sarcasmo, a censura, tratando de maneira torpe temas referentes à sexualidade (e ao comportamento sexual), ao homossexualismo, etc.

        Creio que este pecado tem sido muito forte em nossa geração, talvez devido ao nobre conceito que tem o humor para a nossa civilização.

        A bíblia usa a expressão “conversação torpe” ou “chocarrice” (que significa piada suja), quando se refere ao pecado em questão.

        O meio familiar, embora seja um ambiente saudável em diversos sentido, é o espaço ideal para a conversação torpe, pois a liberdade existente entre as pessoas facilita o uso do sarcasmo e da censura. Além do meio familiar, poderíamos citar o ambiente de trabalho, a escola e a própria comunidade.

        As conversações torpes são uma verdadeira tentação em nossa carne, pois, segundo as concepções seculares, o humor, além de descontrair, promove, tornando a pessoa mais sociável e, finalmente, elevando o seu status.

        O que fazer, por exemplo, para ir a um bar e ser bem aceito ali, sem participar das conversações que ali estão sendo desenvolvidas? Eis uma tarefa difícil.

        E quanto à Bíblia, o que ela propõe a este respeito? Efésios 5.3-4: “3. Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; 4. nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças.”

        Programas televisivos que exploram chocarrices:

        “Pânico”;

        “Programa do Tom”;

        “Casseta e Planeta”;

        “Zorra Total”; etc.

  • Reputação

        O próximo pecado que merece a nossa reflexão se chama “reputação”. “Re-pu-ta-ção?!”, talvez alguém pergunte com certo espanto. E isto é justo, pois sempre ouvimos tal palavra ser usada com sentido positivo. Entretanto, eu a coloco no grupo dos pecados característicos deste século... Peço-lhe, inicialmente, que não tire conclusões precipitadas. Acompanhe o meu raciocínio, e você entenderá a razão de eu ter arrolado a reputação no referido grupo.

        Cumpre-nos primeiramente definir o que é “reputação”.

        Estive pesquisando no dicionário Aurélio, mas ele não foi muito esclarecedor, embora tenha dado um sinônimo, “renome”, que nos ajudará bastante. “Renome” significa “bom nome”, “boa reputação”.

        Simplificando, “reputação” é a imagem que a sociedade tem, ou julgamos que tem, a nosso respeito e, ao mesmo tempo, é a imagem que procuramos transmitir, ou seja, a que queremos que a sociedade tenha a nosso respeito.

        Vejamos um exemplo bíblico em que palavra “reputação” aparece.

        Atos 6.3: “3. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço;”.

        Segundo o teólogo Leonardo Boffe, “cada um interpreta com os olhos que tem e a partir de onde os pés pisam”. Isto nos permite deduzir o seguinte: a percepção do que é a boa reputação não é universal, havendo uma distância enorme entre a reputação que é proposta pelo universo cristão e a proposta pelo universo secular.

        Creio que esta é uma das razões de a vida cristã não ser uma vida fácil. Por pertencermos a ambos universos, ficamos muitas vezes, consciente ou inconscientemente, divididos entre ambas reputações. Ou seja, não sabemos se cuidamos da nossa imagem como cidadão cristão ou da que temos como cidadão secular. Isto gera conflito e diversas oscilações.

        O diabo sabe deste fato e frequentemente usa isto contra nós.

        Por exemplo: se recebemos uma proposta para termos uma relação sexual ilícita, qual “seta” ele lança à nossa mente? Aquela que questiona: “Ué, você não é HOMEM!? Vai recusar? Ou será que você não gosta... O que as pessoas vão dizer se souberem que você recusou?”. Ao fazer isto, ele está tentando manipular-nos, aproveitando-se do cuidado que temos com a nossa reputação.

        Como seria bom, se pudéssemos dizer como disse o apóstolo Paulo: “24. Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.” (Atos 20.24).

        O cuidado com a reputação tem sido, também, um empecilho que atrapalha o cumprimento da missão que Deus nos confiou, que é pregar a palavra, como está escrito em Marcos 16.15: “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura”.

        Quantas vezes tivemos a oportunidade de pregar, por exemplo, para um maltrapilho, numa rodoviária. E, ao invés de cumprirmos a nossa missão, começamos a prever as situações que poderiam colocar a nossa reputação em risco: “Esse indivíduo pode estar bêbado... Se eu for falar de Jesus para ele, ele vai dialogar comigo em tom alto, talvez me xingue. Vai falar que eu sou careta. Vai me pedir dinheiro, comida... O que as pessoas vão pensar quando o ouvirem falando alto comigo?”.

        São preocupações que resguardam a nossa reputação.

        Se deixamos de pregar, para cuidar da nossa reputação, estamos sendo egoístas (cuidando de uma reputação passageira) e desobedientes à ordem de Jesus, que diz “pregai...”.

        Temos que estar atentos, pois vivemos em uma época em que o discurso secular se opõem ao discurso bíblico, tentando anular a nossa ação como igreja.

        O apóstolo Paulo disso: “14. Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes; 15. por isso, quanto está em mim, estou pronto a anunciar o evangelho também a vós outros, em Roma. 16. Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego;”(Romanos 1.14-16).

        Como vimos acima, Paulo diz que não se envergonha do evangelho de Cristo. Tal afirmação sugere que é possível uma pessoa se envergonhar do evangelho.

        Que possamos, hoje, fazer um exame de consciência. E pedir ao Espírito Santo que nos ajude a superar a nossa carne e as pressões do presente século. É realmente necessário que nós nos transformemos no objeto da nossa própria reflexão, para que luz do Espírito revele se, porventura, há algo de errado conosco.

        Hebreus 13.9-14 diz: ”9. Não vos deixeis envolver por doutrinas várias e estranhas, porquanto o que vale é estar o coração confirmado com graça e não com alimentos, pois nunca tiveram proveito os que com isto se preocuparam. 10. Possuímos um altar do qual não têm direito de comer os que ministram no tabernáculo. 11. Pois aqueles animais cujo sangue é trazido para dentro do Santo dos Santos, pelo sumo sacerdote, como oblação pelo pecado, têm o corpo queimado fora do acampamento. 12. Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta. 13. Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério. 14. Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir.

        Como podemos ver, o escritor do livro intitulado Hebreus desafia-nos a levar o vitupério de Cristo. Alguém aqui sabe definir o que é “vitupério”? Segundo o Aurélio, vitupério significa insulto, injúria, ato vergonhoso, infame ou criminoso.

        Aos olhos da concepção secular, o sacrifício de Cristo não é algo nobre, mas sim algo vergonhoso: ele se fez maldição, todos os nossos pecados foram postos sobre ele. Ele foi cuspido, xingado, chutado... E sabemos que o sofrimento dele foi muito além do que foi registrado, porque foi um sofrimento principalmente espiritual.

        Sejamos, portanto, ousados nesta geração, carregando o vitupério de Cristo como quem carrega um grande troféu. E é, de fato, um grande troféu, pois é a nossa salvação.

        Vejamos o que disse o profeta Isaías: “1. Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do SENHOR? 2. Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. 3. Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. 4. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. 5. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. 6. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. 7. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. 8. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido. 9. Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca. 10. Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos. 11. Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si. 12. Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.” (Isaías 53.1-12).

  • Sub-temas que poderiam ter sido abordados:

        - Televisão,

        - Internet,

        - Falso testemunho.

CONCLUSÃO:

  • O nosso papel como formadores de opinião

        Em Mateus 5. 14-16, Jesus afirma:

        “14. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; 15. nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. 16. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.

        Jesus disse aos seus doze discípulos (e eu creio que estas palavras referem-se também a nós, pois também somos seus discípulos): “Vós sois a luz do mondo.” A primeira pergunta que me veio à mente, quando estudava estes versículos, foi a seguinte: o que Jesus queria dizer, ao afirmar que nós somos a luz do mundo?

        Pus-me, então, a procura da resposta desta pergunta. Conclui de imediato que Jesus não queria dizer que nós somos seres que emitem raios luminosos. Aliás, nós não vemos, na história dos discípulos, eles servindo de lamparinas para iluminar as noites daquela época. Nós os vemos, entretanto, formando opinião, segundo Deus, e as ensinando, além de combaterem os ensinos contrários ao Evangelho.

        Desta conclusão, ficou-me claro uma coisa: os discípulos, que, segundo Jesus, eram luz do mundo, eram essencialmente formadores e destruidores de opinião. E, assim, iluminaram o mundo inteiro, lançando as bases do cristianismo.

        O que disse Jesus aos onze discípulos depois de haver ressuscitado? Marcos 16: 15: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”. E Paulo, o que ele afirma a respeito do diálogo que teve com Tiago, Cefas e João? Gálatas 2. 9: “e, quando conheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas, me estenderam, a mim e a Barnabé, a destra de comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentios, e eles, para a circuncisão;”. E, em I Coríntios 3.10-11, Paulo afirma: “Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele. Porém cada um veja como edifica. 11. Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.

        Paulo estava tão consciente da sua missão que até afirmou (I Coríntios 9.16): Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho!

        Talvez você me diga, nessa altura da nossa argumentação: Denilson, você afirma que ser luz é, entre coisas, ser um formador de opinião. Até aí tudo bem. Mas como ser luz pode significar, também, ser destruidor de opinião?

        Acompanhe-me, por gentileza, na leitura de Jeremias 1.4-10: “4. A mim me veio, pois, a palavra do SENHOR, dizendo: 5. Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações. 6. Então, lhe disse eu: ah! SENHOR Deus! Eis que não sei falar, porque não passo de uma criança. 7. Mas o SENHOR me disse: Não digas: Não passo de uma criança; porque a todos a quem eu te enviar irás; e tudo quanto eu te mandar falarás. 8. Não temas diante deles, porque eu sou contigo para te livrar, diz o SENHOR. 9. Depois, estendeu o SENHOR a mão, tocou-me na boca e o SENHOR me disse: Eis que ponho na tua boca as minhas palavras. 10. Olha que hoje te constituo sobre as nações e sobre os reinos, para arrancares e derribares, para destruíres e arruinares e também para edificares e para plantares.

        Eu creio, irmãos, que Deus realmente nos chamou para arrancarmos as ervas daninhas que porventura estejam se desenvolvendo (ou tenham se desenvolvido) em nossa mente, em nossa família, comunidade... Temos uma chamada para destruir os valores morais antibíblicos. Quantos comportamentos errados têm atingido a nossa geração, os quais têm sido sustentados por “opiniões”, argumentos, raciocínios! Por isso, eu entendo que ser luz é, também, destruir estes raciocínios danosos.

        Deus não nos chamou para ficarmos debaixo do alqueire, mas sim no velador, de forma que possamos iluminar toda a casa.

        Esteja pronto, pois:

        · Os seus filhos o procurarão, e você terá que ser luz, orientando-os segundo a verdade;

        · Seus vizinhos, parentes... irão pedir que você ore por eles, e você terá a oportunidade de ser luz, usando a sua fé e uma confissão positiva.

        Que a sua voz ganhe a sua casa, a sua rua, o seu bairro, município, estado... E seja ouvida no mundo inteiro.

        Não temas! Ainda em Jeremias 1, nos versículos 11 e 12; 17-18, encontramos escrito o seguinte: “11. Veio ainda a palavra do SENHOR, dizendo: Que vês tu, Jeremias? Respondi: vejo uma vara de amendoeira. 12. Disse-me o SENHOR: Viste bem, porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.

        “17. Tu, pois, cinge os lombos, dispõe-te e dize-lhes tudo quanto eu te mandar; não te espantes diante deles, para que eu não te infunda espanto na sua presença. 18. Eis que hoje te ponho por cidade fortificada, por coluna de ferro e por muros de bronze, contra todo o país, contra os reis de Judá, contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes e contra o seu povo. 19. Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão; porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te livrar”.

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