Eu me lembro que, quando eu era criança – entre quatro e dez anos de idade – um ano demorava um século para terminar (eu esquecia até a minha idade!). Mais tarde, entre dez e quinze anos, passou há durar uma década. Depois, dos quinze aos vinte, passou a ter a extensão exata: 365 dias ou 366, se fosse bissexto. Daí em diante, passou para dez meses, nove, oito... E hoje, aos trinta e três anos, mal se inicia o sexto mês, o comércio já começa a relembrar-nos das festas de final de ano, com suas lojas e mercados cheios de produtos para presentear, iguarias, promoções atraentes; alguns comerciantes contratam Papais Noéis... E a gente começa a perceber o quanto é curto o nosso tempo de vida aqui na terra. Diante disto, só nos resta dizer o que disse o salmista Davi: Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
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